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Alimentação no pós-parto: a arte do resguardo
A alimentação no pós-parto já foi sagrada: semanas de descanso, caldos e comida quente. Veja o que comer no resguardo, segundo a tradição e a WAPF.

Imagine que, no pós-parto, tudo o que se espera de você seja descansar e aninhar o recém-nascido por um mês ou mais. As pessoas queridas cozinham, limpam a casa e ajudam no seu banho e nos cuidados com o bebê. Chás quentes acompanham banhos fumegantes, os dois preparados com ervas que acalmam e revigoram. Mulheres gentis e experientes compartilham a sua sabedoria e estão por perto para ajudar na amamentação e em qualquer contratempo com o bebê.
Você, a nova mãe, é tratada com ternura e respeito, num ambiente calmo e silencioso. Depois de algumas semanas, está pronta para apresentar o pequeno ao mundo e sair da proteção de casa com confiança e força.
Parece um sonho, mas é assim que muitas culturas tratam a mulher depois do parto, e a alimentação no pós-parto tem papel central nesse cuidado. Este artigo é uma adaptação de um texto de Jennifer Grafiada publicado na revista da Weston A. Price Foundation.
Quarenta dias de cuidado: uma tradição milenar
Acredite: reservar trinta, quarenta ou mais dias para a recuperação depois do parto é uma prática comum no mundo inteiro, com milhares de anos de história. Um texto da ayurveda, a medicina tradicional indiana, datado de 400 a.C., determina que "a mãe recém-parida deve ser tratada com massagens, banhos mornos, uma dieta específica e bebidas de ervas que previnam infecções, promovam a vitalidade e acalmem o vata", uma das forças energéticas do corpo, os doshas.
No livro The First Forty Days: The Essential Art of Nourishing the New Mother ("Os primeiros quarenta dias: a arte essencial de nutrir a nova mãe"), Heng Ou conta sua experiência com o zuo yuezi, a tradição chinesa de honrar e cuidar da mãe no mês seguinte ao parto. A prática é seguida nas casas chinesas há mais de quatro mil anos e continua viva até hoje. Tradições e rituais parecidos existem no mundo todo, da Malásia à Índia e à América Latina.
No Brasil, essa tradição tem nome conhecido: o resguardo, a quarentena em que, nas casas de antigamente, a mãe era poupada do trabalho e recebia canja de galinha.
Quem cuida, e como
Nesse período, familiares, amigos, doulas e parteiras se encarregam de dar banho na mãe e no bebê (muitas vezes com ervas, em vez de sabonetes agressivos), de massageá-los com óleos e infusões especiais e de preparar e servir comidas especiais.
Esses alimentos variam conforme a região e a cultura, mas têm muito em comum: são quentes, reparadores, cheios de vitaminas e minerais e fáceis de digerir. Muitos são escolhidos justamente pelos nutrientes que oferecem e pela capacidade de recuperar os órgãos e de aumentar a produção de leite.
A mãe esquecida dos tempos "modernos"
Em contraste, no que poderíamos chamar de tempos "modernos", muitas mulheres do mundo ocidentalizado são levadas a acreditar que devem se recuperar do parto imediatamente, no corpo e em todo o resto. Às vezes o empregador resiste a dar a licença-maternidade remunerada, ou a mãe simplesmente não pode se afastar do trabalho por muito tempo. A família pode morar longe ou não ter condições de ajudar. Até maridos e companheiros amorosos às vezes não entendem as enormes mudanças físicas e emocionais pelas quais a mulher acabou de passar ao trazer uma nova vida ao mundo.
O resultado é que muitas mães se sentem sobrecarregadas e aflitas. Enquanto o bebê recebe, com toda a razão, uma chuva de atenção, a mãe fica sozinha com todas as mudanças de rotina, e com a falta de sono, que a maternidade inevitavelmente traz. A exaustão nas primeiras semanas é comum e até esperada. Quando ninguém cuida da nova mãe, o descanso e a boa alimentação ficam de lado, justo no que poderia ser um período mágico de vínculo entre mãe e bebê.
Depressão pós-parto e falta de nutrientes
Quais são as consequências de deixar a mãe de lado nesse período delicado? Algumas culturas acreditam que o descuido logo após o parto pode deixar marcas que chegam à menopausa e além. Seja como for, a saúde no pós-parto é um aspecto muitas vezes esquecido da saúde da mulher, nos Estados Unidos e em outros países.
Vale lembrar que, com as oscilações hormonais e a reorganização da família que vêm com a chegada de um bebê, algumas mudanças emocionais são esperadas. Variações de humor e momentos de tristeza podem ser bem normais, principalmente quando o parto foi traumático. Algumas mulheres, porém, enfrentam problemas mais duradouros, como depressão e ansiedade graves, cansaço extremo e dificuldade de memória.
O Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH) estima que a depressão pós-parto atinge 15% das mulheres depois do parto. Muitos cientistas, e muitos membros atentos da fundação, acreditam que as deficiências nutricionais graves, hoje tão comuns entre as mulheres, estão entre as causas da depressão pós-parto.
O corpo da mãe paga a conta
Não é segredo que gerar e criar um filho exige uma quantidade enorme de "material de construção". Por isso, as culturas tradicionais espaçavam os filhos em pelo menos três anos, tempo para a mulher reconstruir suas reservas nutricionais (o tema da preparação é aprofundado em Alimentação para engravidar: a lição ancestral).
A mulher americana média, por outro lado, muitas vezes já está desnutrida antes mesmo de engravidar, e sua alimentação na gestação pode estar cheia de açúcar e de alimentos processados. Nesses casos, o corpo tira os nutrientes da mãe para nutrir o bebê em formação: retira cálcio dos ossos e dos dentes e reduz as reservas dos ácidos graxos ômega-3, essenciais para o equilíbrio emocional da mãe.
Segundo o artigo da fundação Vitamins for Fetal Development, os nutrientes que podem se esgotar incluem:
- ferro, folato e cálcio;
- potássio, magnésio, fósforo, zinco e selênio;
- vitamina D, vitamina A e carotenoides;
- iodo;
- ômega-3, DHA e outros ácidos graxos essenciais;
- vitamina B12.
O mais assustador, segundo a autora, é que isso pode provocar mudanças permanentes no cérebro e no corpo da mãe. Ela pode ter dificuldade de lembrar ou de aprender coisas novas, ou sofrer de ansiedade e depressão. A queda nas reservas de vitamina A pode trazer mudanças perceptíveis na visão. Fotos de antes e depois às vezes mostram mudanças como lábios mais finos e coluna curvada.
Por que não basta tomar uma vitamina?
Muitas mulheres acreditam, erradamente, que tomar um polivitamínico pré-natal antes, durante e depois da gravidez basta para cobrir qualquer deficiência. Então por que não tomar simplesmente uma pílula? Para a autora, alguns suplementos de alta qualidade podem ajudar, mas estão longe de ser uma panaceia. Os comprimidos sintéticos não contêm as centenas de isômeros e moléculas relacionadas que existem na natureza, por isso o corpo não os reconhece nem os absorve com a mesma facilidade. Além disso, a síntese dessas moléculas em laboratório gera subprodutos artificiais que podem até fazer mal.
Um estudo com 563 gestantes americanas mostrou que, mesmo tomando vitaminas pré-natais, elas desenvolveram deficiências de niacina, tiamina e vitaminas A, B6 e B12 que duravam até o terceiro trimestre (e, presume-se, além dele). As vitaminas pré-natais também não dão conta das necessidades das gestantes de vitamina D, de ácidos graxos essenciais de cadeia longa e de colina. A colina não faz parte de nenhuma das vitaminas pré-natais comuns nos Estados Unidos.
Em resumo: certas fórmulas pré-natais de alta qualidade podem ajudar, mas a resposta, antes de tudo, tem de estar no prato.
O que comer no pós-parto: comida quente e nutritiva
A Weston A. Price Foundation foi pioneira nesse ponto e ajudou muitas mães e futuras mães com recomendações alimentares baseadas na sabedoria tradicional e, segundo a autora, confirmadas pela ciência moderna. Ela conta que mantém na geladeira o ímã da fundação com a dieta para gestantes e lactantes (Diet for Pregnant and Nursing Mothers) e acha que ele deveria ser presente obrigatório em todo chá de bebê, junto com os livros Nourishing Traditions e The Nourishing Traditions Book of Baby & Child Care, de Sally Fallon Morell. A dieta traz, em tópicos, os alimentos recomendados e os que devem ser evitados.
A lista vai soar familiar para quem já segue o estilo de vida tradicional:
- vísceras e carnes de animais criados a pasto, de produtores locais, cheias de ferro, selênio e vitaminas do complexo B (veja o mapa de produtores e o artigo sobre o fígado);
- ovos, ricos em colina, ácidos graxos e vitamina D;
- peixes e frutos do mar selvagens, com iodo e zinco;
- manteiga de vacas a pasto, com o famoso fator X, a vitamina K2 (tema de Manteiga faz mal?);
- óleo de fígado de bacalhau natural, pela vitamina A, nas doses do artigo Cod Liver Oil Basics and Recommendations;
- laticínios fermentados e leite cru, com muitas moléculas que fortalecem a imunidade e bactérias amigas do intestino, como no kefir de leite;
- caldos de ossos, sopas e ensopados quentes e perfumados, fáceis de tomar ao longo do dia (veja Caldo de ossos: benefícios e como fazer).
Prepare-se antes do parto
Os livros Nourishing Traditions e Nourishing Broth, de Sally Fallon Morell, trazem muitas receitas deliciosas, assim como o site da fundação. Em português, o livro 181 Receitas Ancestrais, da Nu&Cru, segue a mesma linha.
As refeições podem ser preparadas e congeladas antes da data prevista para o parto. Outra ideia é pedir à família que organize um rodízio de refeições, em que cada pessoa leva um prato pronto num dia, para você ou para alguém que está esperando um bebê. E não se esqueça de pedir outros tipos de ajuda: faxina, roupa lavada, idas ao mercado ou uma massagem morna com óleos essenciais ou infusões de ervas fazem muita diferença para devolver a calma à nova mãe.
Alimentos que aumentam o leite materno
O sétimo capítulo do livro The Nourishing Traditions Book of Baby & Child Care dedica muitas páginas às mães que amamentam. Quem amamenta precisa de mais calorias do que a média das mulheres e deve comer bastante comida quente e nutritiva, além de beber muita água fresca e limpa (ou chás de ervas).
Para aumentar a produção de leite, o livro recomenda:
- leite cru;
- caldos de ossos;
- aveia deixada de molho, como no mingau de aveia fermentada (a técnica é explicada em Aveia: como deixar o mingau mais nutritivo);
- bebidas lactofermentadas, como a kombucha (mais sobre o processo em Lactofermentação: o que é e como fazer).
A autora conta que eram justamente esses os alimentos que o seu corpo pedia nos primeiros meses depois do parto, quando ela tinha a impressão de amamentar sem parar. Ela se lembra do dia em que a produtora que lhe entregava leite cru passou por lá. A autora não se cansava do creme espesso e era muito grata por recebê-lo em casa. A produtora comentou que a mãe dela sempre dizia: "Leite faz leite!"
É esse tipo de sabedoria tradicional, defende a autora, que faria bem a tantas mulheres que hoje sofrem sem necessidade por terem sido convencidas pelos "ditadores da dieta" (Diet Dictocrats, expressão que aparece no subtítulo do livro Nourishing Traditions).
Comer a placenta faz bem?
E a placentofagia, o hábito de comer a placenta? A prática se tornou comum recentemente entre algumas mães adeptas de uma vida mais natural, e muitas afirmam que ela melhora bastante o humor e a energia. Uma integrante da Weston A. Price Foundation conta:
"Eu definitivamente vivi uma montanha-russa emocional nos meses seguintes ao nascimento do meu primeiro filho. Os dois nasceram em casa e, no segundo parto, conversei longamente com a parteira sobre o que fazer com a placenta. No fim, decidi comê-la! A parteira picou e dividiu em cinco porções, que congelamos. Coloquei uma porção numa vitamina por cinco dias (não tinha muito gosto, pareciam vitaminas comuns). Eu me senti muito forte e emocionalmente estável, uma diferença da noite para o dia em relação à primeira gestação. Pareceu mesmo devolver todo o meu organismo a um estado estável e funcional. Sei que não é uma opção que muitas mulheres vão escolher, mas eu faria tudo de novo sem pensar duas vezes."
Para quem não quer seguir esse caminho, uma alimentação rica em vísceras como o fígado também ajuda a repor o ferro e, com isso, a melhorar o humor e a disposição. Outra integrante da fundação relata:
"Depois que minha filha nasceu, eu tive dificuldade de dar conta de todas as responsabilidades de mãe de dois. Eu estava grávida ou amamentando havia três anos, e meu corpo sentia os efeitos de anos se doando a outros seres humanos. Minha tolerância ao estresse estava muito mais baixa, e eu me pegava frustrada, ou com raiva mesmo, por coisas sem importância. Depois me sentia culpada e deprimida por reagir assim. Levou dois anos depois do nascimento da minha filha para meu corpo voltar ao normal e meus hormônios finalmente se equilibrarem. Tomar óleo de fígado de bacalhau e comprimidos de fígado desidratado com certeza ajudou."
Tireoidite pós-parto: quando o cansaço não passa
Mães que se sentem especialmente cansadas por longos períodos podem considerar examinar a tireoide. Os sintomas do hipotireoidismo incluem:
- mente enevoada;
- pele seca;
- ganho de peso;
- intolerância ao frio;
- intestino preso;
- queda de cabelo.
O quadro pode ser diagnosticado como tireoidite de Hashimoto ou como tireoidite pós-parto. A médica americana Kelly Brogan escreve:
"Na tireoidite pós-parto, esse quadro costuma ser precedido por um período de hipertireoidismo, em que a mulher pode se sentir com energia demais e sofrer de insônia, diarreia, ansiedade e perda de peso brusca. São as mulheres que 'se recuperam' rapidinho depois do bebê, só para estarem se arrastando nove meses depois."
Segundo Brogan, cerca de 10% das mulheres desenvolvem esse problema, que muitas vezes não é diagnosticado ou é diagnosticado de forma errada.
Hoje existem kits de exame em casa para uma avaliação completa da tireoide. Também há kits caseiros que medem nutrientes importantes antes da concepção ou depois do parto, como os ácidos graxos ômega-3, as vitaminas do complexo B (incluindo o ácido fólico) e a vitamina D. Algumas empresas oferecem até um teste do leite materno que mostra quanto DHA ele contém.
Cuidar de quem acabou de ser mãe
Se você ou alguém que você ama está esperando um bebê, planeje um mês ou dois especiais depois do parto. O recém-nascido merece, claro, uma chuva de amor, atenção e sapatinhos e faixas de cabelo fofos. Mas a nova mãe também precisa ser acalmada, acarinhada, cuidada e ouvida.
Heng Ou inclui no seu livro esta frase de uma curandeira do povo chumash, de Ensenada, no México: "Quando uma mãe tem qualquer problema, a primeira coisa que eu digo a ela é: 'Você precisa de colo! Ponha os pés para cima. Seu corpo precisa ser fortalecido pelo toque e estimulado, se você quer atravessar este período.'"
Na nossa sociedade acelerada, isso pode exigir planejamento, antecedência e algumas conversas explicativas com a família e os amigos. Mas, para a autora, resgatar a arte perdida de cuidar e nutrir a nova mãe fará maravilhas não só por ela, mas pela família inteira, com frutos que se colhem por décadas e por gerações.
Receita: sopa de recuperação pós-parto
Sarah Ruiz, líder de um grupo local da fundação na Carolina do Norte e health coach certificada em nutrição integrativa, compartilhou esta receita de sopa de recuperação pós-parto no site da fundação. A sopa leva pés de porco, vinagre preto chinês, açúcar de coco e gengibre fresco.
Se for difícil encontrar pés de porco, uma simples sopa de galinha com macarrão ou um caldo de ossos de boi ajudam igualmente na recuperação, diz a autora. É o lugar da velha canja: a nossa receita de galinha caipira e o caldo de frango são bons pontos de partida.
Ingredientes
- 2 pés de porco de animais criados a pasto
- 2½ xícaras (600 ml) de vinagre preto chinês, encontrado em mercados de produtos asiáticos, ou vinagre balsâmico, se não encontrar
- ¼ de xícara mais 2 colheres de sopa de açúcar de coco, que equilibra a acidez do vinagre
- ½ xícara de aminos de coco ou de shoyu orgânico fermentado naturalmente
- água filtrada
- 1 pedaço de 5 cm de gengibre orgânico fatiado
- ovos caipiras, pelo menos dois por tigela de sopa
- opcional: espaguete de abobrinha orgânica, macarrão de arroz integral ou arroz integral deixado de molho e cozido
Modo de preparo
- Peça ao açougueiro para cortar os pés de porco em pedaços de 2,5 cm. É opcional, mas ajuda a extrair melhor os minerais.
- Coloque os pés numa panela grande, cubra com água filtrada, tampe e deixe ferver por 10 minutos.
- Descarte a água e enxágue os pés com água filtrada fria.
- Encha a panela com os pés até a metade com água filtrada. Junte o vinagre, o açúcar de coco, os aminos de coco e o gengibre. Se os pés não ficarem cobertos, acrescente mais água até cobrir.
- Tampe e leve à fervura. Quando ferver, abaixe o fogo e cozinhe por 45 minutos.
- Perto do fim do cozimento, cozinhe os ovos para deixá-los prontos.
- Coloque os ovos cozidos numa tigela e cubra com a sopa. Para uma refeição mais completa, acrescente o espaguete de abobrinha, o macarrão de arroz ou o arroz, o que é totalmente opcional. Segundo Sarah Ruiz, a sopa deve ser tomada todos os dias nas primeiras seis semanas depois do parto.
Leia também
Na Nu&Cru
- Alimentação para engravidar: a lição ancestral
- Caldo de ossos: benefícios e como fazer
- Fígado: o alimento mais nutritivo que existe
- Primeiros alimentos do bebê: o que oferecer
- Desmame: quando e como começar
- Receitas para o resguardo: galinha caipira, caldo de ossos, caldo de mocotó, ovos pochê no caldo de ossos e pé de porco assado
- 181 Receitas Ancestrais, o livro de receitas da Nu&Cru
Na Weston A. Price Foundation (em inglês)
- Diet for Pregnant and Nursing Mothers
- Sacred Foods for Exceptionally Healthy Babies… and Parents, Too!
- Postpartum Recovery Soup
- Broth is Beautiful
- Can I Take Vitamin A While Breastfeeding?
Referências
- Ou, Heng. The First Forty Days: The Essential Art of Nourishing the New Mother. Nova York: Harry N. Abrams, 2016.
- Pearlstein T, Howard M, Salisbury A, Zlotnick C. Postpartum depression. American Journal of Obstetrics and Gynecology, 2009;200(4):357-364.
- Vitamins for Fetal Development: Conception to Birth. Weston A. Price Foundation.
- Baker H, DeAngelis B, Holland B, Gittens-Williams L, Barrett Jr. T. Vitamin profile of 563 gravidas during trimesters of pregnancy. Journal of the American College of Nutrition, 2002;21(1):33-37.
- Fallon S, Enig MG. Nourishing Traditions: The Cookbook that Challenges Politically Correct Nutrition and the Diet Dictocrats. 2ª edição revista. Brandywine: New Trends Publishing, 2001.
- Fallon Morell S, Cowan TS. The Nourishing Traditions Book of Baby & Child Care. Brandywine: New Trends Publishing, 2013.
- Diet for Pregnant and Nursing Mothers. Weston A. Price Foundation.
- Fallon Morell S, Daniel KT. Nourishing Broth: An Old-Fashioned Remedy for the Modern World. Grand Central Life & Style, 2014.
- Brogan K. Thyroid dysfunction and treatment (cópia arquivada).
Este artigo é uma adaptação de "Nourishing the New Mother: The Lost Art of Postpartum Care", de Jennifer Grafiada, publicado na revista Wise Traditions in Food, Farming and the Healing Arts, da Weston A. Price Foundation, no inverno de 2018. Leia o original em inglês.
As informações têm caráter educativo e não substituem avaliação individual de profissional de saúde habilitado.



